O nome da organização é uma provocação, não uma referência ao aceleracionismo filosófico/político. Aqui o termo é usado num sentido bem mais literal: acelerar deliberadamente a produção de tecnologia aberta que beneficie o Brasil.
Código fechado resolve um problema para quem paga por ele. Código aberto resolve o mesmo problema para qualquer pessoa, empresa ou órgão público que precisar dele depois — e permite que outras pessoas continuem melhorando a solução. Numa escala de país, isso é o que transforma um projeto pontual em infraestrutura reaproveitável. É por isso que todo repositório da organização é open source por padrão, sem exceção.
Não existe curadoria por linguagem, framework ou popularidade. O único critério real é: o projeto beneficia o Brasil ou a população brasileira?
Isso inclui, por exemplo:
- Ferramentas cívicas e de transparência pública;
- Projetos de educação, saúde ou acesso a serviços;
- Ferramentas de produtividade para devs e empresas brasileiras;
- Infraestrutura aberta (bibliotecas, dados, APIs) que resolve um problema local.
Um projeto tecnicamente excelente, mas sem nenhuma relação com esse impacto, simplesmente não pertence a esta organização — e tudo bem, ele pode viver em outro lugar.
- Licença open source válida (o padrão da organização é MIT, veja
LICENSE); - Documentação mínima: o que o projeto faz, como rodar, como contribuir;
- Aderência ao código de conduta da organização.